Sessão Pipoca Retrô

 

Viviane França

Olá! Como vocês estão? Essa semana estou arrumando as minhas estantes com DVDs e Blu-rays. Aliás, alguém ainda se lembra deles?

Apesar de hoje termos às plataformas de streamings para assistir a um filme, sinceramente, eu não me desfaço dos meus DVDs. A sensação de escolher um filme, abrir a capinha, ler os bônus disponíveis e inserir o disco no aparelho é tão divertido quanto assistir ao filme. Sem dizer que vê-los arrumadinhos na estante, por ordem alfabética ou gênero é ter em mãos à escolha de programar o seu dia de diversão! 

Em maio estou programando sessões pipocas com minhas séries favoritas. Mas as séries antigas! Já separei três séries para começar o mês. São boxes das primeiras temporadas que ganhei das assessorias dos estúdios na época. São elas: A Feiticeira, Jeanne é um Gênio e Agente 86.


Confesso que a minha série favorita continua sendo ‘Agente 86’. O atrapalhado, mais heroico detetive Maxwell Smart, vivido pelo ator Don Adams, que conseguia colocar todo o andamento de uma missão em perigo, mas que no final consertava tudo, a sua maneira, estreou na televisão na década de 60 e foi reprisada pela TV Bandeirantes nos anos 70/80.

Quem assistiu consegue se lembrar do clássico Sapato-Fone; do engraçado e nada eficiente Cone do Silêncio, sempre utilizado quando Max e o Chefe conversavam algo secreto; das Mãos Falsas, úteis quando Max era algemado, entre outras parafernálias. Era um humor leve e divertido!

E, para quem gosta de assistir as séries e filmes das décadas passadas, a cada quinzena trarei, em Sessão Pipoca Retrô, histórias para relembrarmos com uma pontinha de nostalgia. Filmes e séries que marcaram época, personagens inesquecíveis e histórias que ainda aquecem o coração. 

E vocês, também gostam de assistir a séries antigas?🍿 

Instantes

Às vezes, a cidade oferece pequenos suspiros sem avisar. No meio do cimento, das pessoas apressadas e dos dias comuns, surgem cores suspensas lembrando que a delicadeza ainda encontra lugar para existir.

Com carinho,

Maria Cristina

Instantes


 

 

 

 

Um banco, um pouco de sol e a delicadeza do instante. Às vezes é tudo que precisamos!

Com carinho,

Maria Cristina 

Terapia Floral de Bach

 

Terapia Floral de Bach

Um cuidado sutil para o que você sente

Nem sempre conseguimos colocar em palavras o que estamos sentindo. Às vezes é ansiedade, outras vezes um cansaço emocional difícil de explicar ou até uma sensação de estar distante de si mesma.

A Terapia Floral de Bach atua justamente nesse espaço mais sensível. É um cuidado natural, delicado e profundo, que busca equilibrar emoções como o medo, a insegurança, a tristeza, a sobrecarga e a inquietação interna. Os florais não tratam sintomas físicos diretamente, eles acolhem o que está por trás. A forma como você sente, reage e vivencia cada momento.

Como funciona

A escolha dos florais é feita de forma individual, respeitando o seu momento emocional. Cada composição é única, pensada a partir da sua história,
do que você está vivendo e do que precisa ser cuidado. Pode ser utilizada como complemento ao processo terapêutico ou como um primeiro passo para quem deseja começar a se olhar com mais atenção.

Um convite com suavidade

Se você sente que precisa de um cuidado mais sutil, mais natural, mais conectado com o seu sentir… a terapia floral pode ser um caminho.

Com carinho,

Maria Cristina

Casa de Dentro — onde até o mais sutil também é cuidado.

Instantes

  

  Há momentos em que o coração apenas pede silêncio.

  Com carinho,

  Maria Cristina 

Instantes

 

Passei por um parque de diversões em uma cidade praiana.

Era um parque antigo, daqueles que o tempo já tocou com suavidade —tintas um pouco desbotadas, estruturas que guardam histórias… mas ainda vivo.

E, mesmo assim, ainda pulsava alegria.

As crianças corriam, riam alto, se encantavam com tão pouco — como se ali existisse um mundo inteiro, simples e suficiente.

Havia algo de bonito nisso.

Porque, enquanto eu observava, percebia que não era só sobre o parque. 

Era sobre o que ele despertava.

Lembranças de um tempo mais leve, onde a felicidade cabia em pequenos instantes, onde o sentir era inteiro, sem pressa, sem medida.

Uma saudade suave… não exatamente do lugar, mas da forma de sentir.

Talvez a gente não perca isso completamente.

Talvez essas partes mais puras de nós apenas fiquem adormecidas, esperando um momento — um cenário, um cheiro, um som — para reaparecer.

E, por alguns segundos, ali… diante daquele parque antigo, eu senti de novo.

Como se algo dentro de mim ainda soubesse exatamente o caminho.

Com carinho,

Maria Cristina